pense o que

Não pense “por que”, pense “o que”.

Descubra essa simples, porém poderosa, técnica de desenvolvimento pessoal. Pense “o que” em vez de “POR QUE”.

Uma psicóloga, chamada Tacha Eurich, escreveu um livro chamado Insight.

Esse livro argumenta que, quanto mais você se auto-conhecer, mais bem-sucedido você será em todas esferas da sua vida.

Nessa pegada, ela acredita que existem 2 jeitos de tentar se auto-conhecer: uma, mais efetiva, focada em resolver problemas. Outra, menos efetiva, focada na ruminação, em ficar especulando, se martirizando.

É aí que Tacha diz que, em uma situação difícil, pensar “o que” é focada em resolver problemas e pensar “por que” é aquela ruminação que não ajuda.

 

Um exemplo prático do “o que” em vez do “por que”.

Digamos que você tenha feito uma apresentação no seu trabalho que não foi tão bem-sucedida. Ou seja, não atingiu o seu propósito.

É aí que você começa a se perguntar: “eu sei que eu sou capaz, então por que deu tudo errado?”, “por que eu não fiz diferente?”. E essas perguntas acabam criando uma espiral negativa e te colocando em uma martirização não-produtiva, porque você fica, simplesmente, sofrendo pelo ocorrido.

Por outro lado, se você perguntar “o que”, você traz uma visão mais orientada ao futuro. Por exemplo, “o que eu posso fazer diferente na próxima apresentação?” ou “o que eu aprendi com essa situação específica que posso melhorar na próxima vez?”.

 

Duas Vantagens do “O que” em vez do “Por que”.

Primeiro, perguntar “o que” sempre nos faz descobrir novas informações sobre nós mesmos. Nestes casos, mesmo que essa descoberta seja negativa ou vá contra nossas crenças. Ou seja, por bem ou por mal, nos faz refletir, se questionar, evoluir.

Segundo, porque perguntar “o que estou sentindo agora? Seja após uma apresentação malsucedida, seja no fim de um dia comum, nos ajuda a “dar nome às nossas emoções”. E esta autocompreensão do que estamos sentindo é uma prática que os psicólogos consideram útil para lidar com sentimentos. Por exemplo: se você responder para si mesmo o que está sentindo, você já tem um ponto-de-partida, um diagnóstico daquela “radiografia de sentimentos” para tomar uma atitude de mudança.

 

Por fim, Tasha esclarece em seu livro que transitar do “por que” para “o que” é a diferença entre uma postura vitimista perante o mundo e uma postura de crescimento e desenvolvimento pessoal.

#ficaadica: em vez de por quê? Pergunte para si mesmo “o quê”. 😉